Céu e Inferno

 

O primeiro céu: O primeiro céu, mais compreensível é o céu que presenciamos da terra olhando para cima; este primeiro céu é conhecido como atmosfera. Este céu, que vemos mantém a vida dos seres humanos, animais e de todos os seres que respiram.

O segundo céu: Passando esse primeiro céu, chegamos fora da atmosfera terrestre. Neste espaço não há mais ar, nem possibilidade de vida, nem gravidade (tudo passa a flutuar). A ciência classifica como o espaço sideral. Nestas condições passam a existir outros elementos: os planetas, o sol, as estrelas, todos os sistemas solares e galáxias; os astros, os meteoros que navegam sem rumo e muitos tentam passar a atmosfera e caem na terra. Este céu, conhecido por todos, é chamado de segundo céu.

O terceiro céu: Chegamos ao terceiro céu! Na 2º Carta aos Coríntios, Paulo diz ter sido arrebatado por Deus até o terceiro Céu, onde se encontra o Paraíso, a casa de Deus: “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu”(2 Co 12, 2).

Potência

Primeiro céu e segundo céu tem suas próprias. No primeiro escala mundial e o segundo universal.

Escala de poder do paraíso é muito maior do Inferno. O Paraíso tem a vida eterna, e ela superior a Morte eterna.



Hades (ᾅδης): é a palavra grega utilizada para se referir ao mundo dos mortos, que é traduzida como “inferno” ou “túmulo” no Novo Testamento, pode se referir também a um lugar de punição. “Sheol” é a palavra hebraica para o mundo dos mortos, que é traduzida como “inferno” ou “sepulcro” no Antigo Testamento.

Esse termo aparece em Lucas 16:23: “E, na sepultura, levantando os olhos, quando já estava sofrendo, viu a Lázaro, seu amigo, sendo consolado. E gritando, disse: Pai Abraão, tem compaixão de mim, e manda Lázaro, para que, molhando a ponta do dedo na água, refresque minha língua, porque estou atormentado nesta chama.”

Tartaros (Ταρταρόω): é uma palavra rara usada apenas uma vez no Novo Testamento em 2 Pedro 2:4: “Se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, tendo-os lançado ao Tartaro, entregando-os a prisões de trevas, reservando-os para o juízo;” e refere-se a um lugar de prisão para os anjos maus.

Gehenna (γέεννα): é a palavra grega usada para se referir, digamos, ao inferno propriamente dito, lugar de castigo eterno para os ímpios. Por exemplo, esse termo está em Mateus 5:22,29,30: “Mas eu vos digo que todo aquele que se irar contra seu irmão sem causa, será réu perante o tribunal; e todo aquele que disser: Imbecil! será réu perante o sinédrio; e todo aquele que disser: Louco! será réu no fogo do inferno.”

Potência 

Existem três infernos, sepultura (hades ou sheol), Tártaro e Gehenna. Há grande abismo inacessível entre sepultura e Tártaro. Esse abismo pode ser infinito em distância com certas interpretações.

Uma característica do Inferno, principalmente do Tártaro, é o fogo eterno, um fogo inextinguível. O fogo eterno que não extingue-se e que queima o ser, ferindo eternamente. Existe uma visão escatologia doutrinária que é do Aniquilacionismo. Aniquilacionismo é uma visão que diz todo ímpio não sofrerá eternamente no Inferno, mas que será aniquilado, ou seja, deixará de existir, os destruindo totalmente. 





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